terça-feira, 6 de março de 2012

Rifles

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AVS-36

O rifle Avitomaticheskaya Vintovka Simonova 1936, ou AVS-36, estava estre os primeiros rifles com seleção de fogo formalmente adotado por uma força militar. O projetista Sergei Simonov começou seu serviço com rifles auto recarregáveis operados a gás em 1930. O primeiro protótipo ficou pronto em 1931 e demonstrou ser uma arma promissora. Três anos depois testes para melhorar a arma foram feitos. No ano seguinte uma competição entre o rifle de Simonov e um de Fedor Tokarev foi realizado. O rifle de Simonov foi o ganhador e foi aceito para o serviço sob o nome de AVS-36.

O AVS-36 era um rifle operado a gás que tinha seleção de fogo entre automático e semi automático. O cano era equipado com um grande freio de boca para diminuir o recuo. O pente era carregado com 15 cartuchos e uma baioneta era emitida com o rifle. Poucas versões para franco-atiradores foram produzidas. O AVS-36 foi primeiramente visto em público em 1938 na parada de Moscou.


Assim que entrou em serviço, a arma mostrou ter um projeto desagradável; o mecanisno de operação era complicado, problema que piorou com a construção do rifle que deixava mais sujeira entrar na arma. O freio de boca se mostrou um fracasso por que o rifle era praticamente incontrolável quando em fogo automático. A produção do AVS-36 cessou em 1938.

Uma nova competição foi feita, onde Simonov e Tokarev enviaram seus projetos. Desta vez o projeto da Tokarev foi aceito. Apesar do rifle de Simonov conter menos peças e ser mais leve o projeto da Tokarev foi aceito por causa da interferência de Stalin em favor da Tokarev. Este rifle virou o SVT-38.

Cerca de 65.000 AVS-36 foram fabricados e por volta de 1941 foram marginalizados e aparentemente retirados de serviço e por isso viram pouca ação na Segunda Guerra. Muitos foram capturados pelos finlandeses durante a Guerra de Inverno e é na Finlândia onde hoje em dia se encontram muitos AVS-36.

Especificações do AVS-36

Cartucho: 7,62x54mmR
Peso: 4,3kg
Comprimento: 1,23m
Comprimento do cano: 612mm
Razão de fogo: 800 tiros por minuto
Velocidade inicial do projétil: 840m/s
Alimentação: pente de 15 cartuchos
Ação: operado a gás

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Volkssturmgewehr 1-5


Desenvolvido por Karl Barnitzke para o Primitiv-Waffen-Programm, o Volkssturmgewehr 1-5 ou VG 1-5 foi desenvolvido como uma arma barata e de fácil e rápida produção que deveria equipar os soldados da Volkssturm. Utilizava o mesmo cartucho e pente do rifle StG 44 e tinha um sistema de gás baseado no sistema Barnitzke. Algumas VG 1-5 foram produzidas com seleção de fogo. Cerca de 10.000 unidades foram produzidas entre Janeiro de 1945 e o fim da guerra.

Volkssturmbataillon equipado com a VG 1-5.

Especificações do Volkssturmgewehr 1-5

Calibre: 7,92
Comprimento: 960mm
Comprimento do cano: 380mm
Peso: 4,27kg
Velocidade inicial do projétil: 685m/s
Pente: 30 cartuchos

domingo, 16 de agosto de 2009

Maschinenpistole 43 e Sturmgewehr 44

MP 43.

Apesar das ordens de Hitler, o Exército Alemão estava tão decidido a desenvolver o rifle projetado por Louis Schmeisser que mudou o nome Maschinenkarabiner 42 (Haenel) para Maschinenpistole 43, ou MP 43. O Exército seguiu adiante, passando do desenvolvimento para a produção e os primeiros exemplares foram entregues ao front oriental onde logo provou ser uma ótima arma.

O MP43 foi o primeiro dos rifles de assalto. Ele podia atirar disparos únicos para fogo seletivo em defesa e era capaz de produzir fogo automático quando em ataque. Taticamente, este rifle tinha um grande efeito no modo em que a infantaria podia lutar já que não precisavam mais de metralhadoras dando suporte. Isso permitiu que o Exército Alemão se tornasse mais forte devido ao poder de fogo que podia criar em comparação com outras unidades equipadas com rifles convencionais.


Uma vez que a importância desta arma foi percebida, o MP 43 tornou-se prioridade nas linhas de produção e cada vez mais chegavam requerimentos das tropas nas linhas de combate. As primeiras produzidas foram entregues as unidades de elite mas a maioria foi para o front oriental.

Nos tempos de guerra, na Alemanha, a prioridade era mais para a produção do que para o desenvolvimento e a maior mudança foi o MP 43/1 que era equipado com um lançador de granadas. Hitler rendeu-se ao MP 43 e renomeou o último projeto dele de Sturmgewehr 44 (StG44).


Alguns acessórios foram produzidos para o MP 43 como a mira infravermelha para visão no escuro conhecida como Vampir e o cano curvado conhecido como Krummlauf que podia ser utilizado para disparar de cantos sem expor o soldado. Este último item nunca funcionou direito e era projetado para disparar de ângulos entre 30º e 45º.

Após a guerra, muitos MP 43 viram serviço na Tchecoslováquia (hoje República Tcheca) e nos conflitos entre Árabes e Israelenses

Especificações do StG 44

Calibre: 7,92mm
Comprimento: 940mm
Comprimento do cano: 419mm
Peso: 5,22kg
Velocidade inicial do projétil: 650m/s
Pente: 30 cartuchos

sábado, 4 de julho de 2009

Gewehr 41 (W) e Gewehr 43

Gewehr 43.

Para melhorar a eficiência de combate das tropas Alemãs uma requesição para um rifle auto-regarregável foi emitida. Walther e Mauser apresentaram projetos que eram bastantes parecidos pois ambos utilizavam um sistema em que os gases de escape eram utilizados para recarregar o rifle. Testes com os rifles Mauser mostraram que ele não servia para serviço e o caminho ficou livre para o rifle de 7,92mm Gewehr 41 (W).

Uma vez que o Gewehr 41 (W) chegou as linhas de frente ele mostrou-se muito pesado para um uso confortável, muito lento para recarregá-lo em ação e sua fabricação era bastante difícil. Mas por enquanto era o único rifle auto-recarrégavel que os Alemães tinham e sua produção continuou por um bom tempo.

A maioria dos Gewehr 41 (W) foram utilizados pelos Alemães no front oriental e foi neste front onde eles encontraram os rifles automáticos Tokarev. O resultado foi o Gewehr 43, que utilizava um sistema quase igual do Tokarev. Assim que o Gewehr 43 entrou em produção a produção do Gewehr 41 (W) cessou. O Gewehr 43 era uma arma de produção muita mais simples e logo era entregue aos milhares na frente de batalha e tornou-se uma arma popular entre os combatentes. Todo modo de se simplificar a produção foi colocada no rifle até chegar no modelo conhecido como Karabiner 43 de 1944.

Especificações do Gewehr 41 (W)

Calibre:
7,92mm
Comprimento: 1.124mm
Comprimento do Cano: 546mm
Peso: 5,03kg
Velocidade inicial do projétil:
776m/s
Pente:
10 cartuchos

Especificações do Gewehr 43


Calibre
:
7,92mm
Comprimento
:
1.117mm
Comprimento do Cano
:
549mm
Peso
:
4,4kg
Velocidade inicial do projétil
: 776m/s
Pente:
10 cartuchos

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Fallschirmjägergewehr 42


A Rheinmetall, a pedido da Luftwaffe, projetou uma arma de 7,92mm para os paraquedistas que se tornaria uma das mais memoráveis da Segunda Guerra Mundial. A Fallschirmjägergewher 42, ou FG42, tinha um mecanismo operado a gás, provisão para baioneta e apesar de ser uma arma complexa ela não era inovadora pois era uma combinação de diversos sistemas já existentes.


A produção era complexa, demorada e necessitava de uma grande quantidade de instalações para produzí-la. Como a entrega de suprimentos para a produção da arma era lenta, algumas simplificações foram adicionadas. Ao fim da guerra, apenas 7.000 haviam sido produzidas. O primeiro uso operacional da FG 42 ocorreu na Operação Carvalho em que Skorzeny resgatou Mussolini.

Foi depois da guerra que a arma deixou sua marca, pois seu projeto e diversas de suas peculiaridades foram incorporadas em outras armas, como seu mecanismo de operação a gás. Uma coisa que não foi copiada foi seu pente instalado ao lado, pois além de esbarrar e atrapalhar o operador, ele desbalanceava a arma quando essa era disparada.


O FG 42 era de um projeto bastante avançado para a sua época e incorporava muitos mecanismos utilizados nos rifles de assalto de hoje em dia. Mas o FG 42 era uma arma de difícil produção e até 1945 ainda havia problemas a serem resolvidos para que ela se tornasse uma arma livre de defeitos.

Especificações do FG 42

Calibre
: 7,92mm

Comprimento
: 940mm

Comprimento do cano
: 502mm

Peso
: 4,53kg

Velocidade inicla do projétil
: 761m/s

Pente
: 20 cartuchos

terça-feira, 16 de junho de 2009

Rifles Mosin-Nagant

Modelo 1938.

Quando o exército Russo decidiu adotar um novo rifle para substituir os rifles Berdan em meados de 1880, foi decidido combinar o projeto de duas armas, um dos irmãos Nagant e outro do Capitão Mosin. O resultado foi o rifle Mosin-Nagant Modelo 1891 com o qual o exército do Tzar lutou suas últimas batalhas. O Modelo 1891 disparava um projétil de 7,62mm.

Em 1930 iniciou-se um programa de modernização dos velhos rifles. O Modelo 1891/30 era mais curto que o original e teve algumas mudanças para facilitar a produção. Foi o principal rifle soviético durante a Segunda Guerra. Alguns eram utilizados por snipers enquanto que outros tinham silenciador e um lançador de granada. Alguns rifles Mosin-Nagant também foram fabricados na forma de carabina para serem utilizados em cavalarias. O primeiro foi o Modelo 1910, seguido pelo Modelo 1938 e em 1944 foi introduzido o Modelo 1944 mas este era apenas o Modelo 1938 com uma baioneta dobrável e fixa.


Os rifles Mosin-Nagant foram também utilizados pelos finlandeses, poloneses e milhares destes rifles caíram em mãos alemãs e serviram em suas mílicias e unidades de guarnição. A maioria eram rifles Modelo 1891/30 designados pelos alemães de Gewerh 254(r). Mas em 1945 eles ja eram distribuídos aos soldados da Volkssturm sob o nome de Gewerh 252(r) e muitas unidades que serviram na Muralha do Atlântico utilizaram o Modelo 1891/30.

Com a introdução dos rifles automáticos após o fim da guerra o Mosin-Nagant perdeu espaço e foi pouco a pouco sendo retirado de serviço do Exército Soviético.

Especificações do Modelo 1891/30

Calibre: 7,62mm
Comprimento: 1.232mm
Comprimento do cano: 729mm
Peso: 4kg
Velocidade inicial do projétil: 811m/s
Pente: 5 cartuchos

Especificações do Modelo 1938

Calibre: 7,62mm
Comprimento: 1.016mm
Comprimento do cano: 508mm
Peso: 3,47kg
Velocidade inicial do projétil: 766m/s
Pente: 5 cartuchos

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Fusil MAS 36


No período seguinte a Primeira Guerra Mundial, o Exército Francês decidiu adotar um novo cartucho padrão, de 7,5mm. O novo cartucho foi adotado em 1924, mas alguns testes demonstraram que o este novo cartucho nãe era seguro, e em 1929, ele foi modificado. Neste mesmo ano, a França decidiu adotar um novo rifle para a nova munição, mas só em 1932 o protótipo ficou pronto. Após muitos testes o rifle foi aceito, em 1936.

O novo rifle era o Fusil MAS 36 (Manufacture d'Armes de Saint-Etienne). A produção deste novo rifle foi tão lenta, que um programa para converter antigos rifles foi adotado. Até 1939 apenas algumas unidades francesas estavam equipadas com o MAS 36, a maioria eram tropas da linha de frente. Esta arma tornou-se, durante um certo tempo, a preferida das forças em exílio da França Livre. Os Alemães tomaram diversos Rifles MAS 36 e os utilizaram sob o nome de Gewehr 242 em suas missões contra revoltosos no território francês ocupado.


Havia algumas variantes do MAS 36 como o MAS 36 CR39, cuja intenção era ser utilizada por pára-quedistas, mas somente alguns foram produzidos e poucos aparecem em serviço. Quando a guerra acabou, o Exército Francês utilizou o MAS 36 durante muitos anos na África e na Indochina. Muitos ainda encontram-se em uso cerimonial.

Especificações do MAS 36

Calibre: 7,5mm
Comprimento: 1.019mm
Comprimento do cano: 574mm
Peso: 3,67kg
Velocidade do projétil: 823m/s
Pente: 5

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Rifles Tokarev

SVT40.

Os Soviéticos desenvolveram através dos anos, um considerável talento para inovações em pequenas armas. O primeiro foi o Avtomaticheskaia Vintovka Simonova (AVS36), introduzido em 1936. Apesar de muitos terem sido fabricados, o AVS não fez muito sucesso, ele produzia um enorme recuo, além de que a sujeira e a poeira entravam facilmente nos seus mecanismos. O AVS viu pouco serviço.


SVT40 sendo utilizado por alemães.

O SVT 38 (Samozariadnya Vintovka Tokareva) que substituiu o AVS em 1938 foi projetado por V.F. Tokarev. Era operada a gás, como o AVS, e para reduzir seu peso, seus mecanismos eram muito fracos para aguentarem um uso prolongado, além de frequentes problemas como partes quebradas. A produção do SVT38 encerrou em 1940 para ser subistitído pelo SVT40 que tinha o quase o mesmo tipo de mecanismo, porém era feito muito mais robusto, que resultou em uma arma muito melhor. Mas ainda tinha o problema de um forte recuo. Em ordem de obter o melhor do SVT40, a arma era normalmente utilizada por soldados bem treinados que poderiam utilizar de todo o potencial de fogo rápido da arma. Algumas tinham miras telecópicas para snipers.


SVT40.

Quando os Alemães invadiram a União Soviética em 1941, eles logo se depararam com o SVT38 e o SVT40 e os utilizavam sob os nomes de Selbstladegewehr 258 e Selbstladegewehr 259 respectivamente. Uma vez que o mecanismo a gás foi examinado, ele foi copiado e utilizado no rifle Gewehr 43.

A produção do SVT40 na União Soviética continuou quase até o fim da guerra. O SVT40 teve grande influência nas futuras armas soviéticas, desde rifles automáticos até culminar no AK-47. Também causou um grande impacto nas táticas da infantaria soviética.

Especificações do SVT40

Calibre: 7.62mm

Comprimento: 1,22m

Comprimento do cano: 625mm

Peso: 3,89kg

Velocidade do projétil: 830m/s

Pente: 10

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Gewehr 98 e Karabiner 98k


O rifle Gewehr 98 de 7,92mm foi o rifle com que a Alemanha lutou durante a Primeira Guerra Mundial. Era um rifle Mauser que foi produzido pela primeira vez em 1898 mas seu projeto era baseado em um rifle datado de 1888. Em serviço, ele era um rifle resistente e confiável, mas nos anos seguintes a 1918 o Exército Alemão fez uma análise operacional que demonstrou que o rifle era muito longo e grande para ser utilizado nas frentes de batalha. Logo, os rifles Gewehr 98 entrarem em fase de modificação e ficaram conhecidos como Karabiner (Carabina) 98b, mas seu comprimento continuou o mesmo, poucas mudanças foram feitas.

O Karabiner98b ainda se encontrava em serviço em 1939, mas ja encontrava-se outra versão de um rifle Mauser mais curto conhecido como Karabiner 98k, porém, este rifle continuava sendo um longo rifle. O sufixo "k" signicava "kurz", curto em português. Este rifle era baseado numa versão comercial de um rifle Mauser, e foi amplamente produzido no período entre-guerra em países como a Bélgica, Tchecoslováquia e até China. A produção da versão alemã começou em 1935 e foi produzido em grande número. No início a produção era excelente, mas logo que a guerra começou o acabamento foi piorando até que ao fim da guerra a madeira utilizada era de péssima qualidade. Todo tipo de dispositivo foi criado para o Karabiner 98k, incluindo lançadores de granada e miras telescópicas. Havia variantes até para snipers.

Mesmo após a guerra o rifle continuou em produção. Sempre haverá discussão se o Karabiner 98k era melhor que o Lee-Enfield, M1903 Springfield ou o M1 Garand, mas apesar das suas desvantagens, o Karabiner 98k foi um rifle confiável e resistente. Poucos continuam em uso e outros são peças para colecionadores.

Especificações do Gewehr 98


Calibre: 7,92mm
Comprimento
: 1,25m

Comprimento do cano
: 740mm

Peso
: 4,2kg

Velocidade do projétil
: 640m/s

Pente
: 5


Especificações do Karabiner 98k

Calibre: 7,92mm
Comprimento
: 1,10m

Comprimento do cano
: 600mm

Peso
: 3,9kg

Velocidade do projétil
: 755m/s

Pente
: 5

Revólveres

 
 
 
 
 

Durante a Primeira Guerra Mundial entre as inúmeras encomendas Britânicas de armamentos vindo dos Estados Unidos estava uma encomenda de revólveres calibre 11,56mm, que era a medida padrão dos revólveres britânicos. Após a entrada do Estados Unidos na guerra em 1917 um grande número de armas seria necessário para suprir o crescente Exército Americano e as linhas de produção da Colt M1911 não eram suficientes. Sendo assim, o contrato da Smith & Wesson foi tomado pelos Americanos mas as armas produzidas tiveram seu calibre alterado para 11,43mm, que era o calibre da Colt M1911 e de todas a munições produzidas até então para a M1911. Duas variantes da M1917 existiam: uma produzida pela Colt e outra pela Smith & Wesson. 150.000 unidades foram produzidas por cada fabricante somando um total de 300.000 unidades. Mas a M1917 não saiu de serviço com o fim da Primeira Guerra. Na década de 30 o Governo Brasileiro encomendou milhares de M1917 que passaram a ser conhecidas como M1937.

Especificações da Smith & Wesson M1917


Calibre: 11,43mm
Cartucho: 11,43mm (.45) Ball M1911
Comprimento: 274mm
Comprimento do cano: 140mm
Peso: 1,02kg
Velocidade inicial do projétil: 253m/s
Capacidade da câmara: 6 cartuchos

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Type 26 Revolver


O Type 26 foi a primeira arma moderna adotada pelo Exército Imperial Japonês. Foi desenvolvido por Koishikawa Arsenal e seu nome vem em homenagem ao ano 26 da dinastia Meiji, quando foi desenvolvida, 1893. Esse revólver viu serviço na Guerra Russo-Japonesa, Primeira Guerra Mundial e Segunda Guerra Mundial.

Originalmente desenvolvida para ser utilizada como uma arma secundária da cavalaria, o revólver Type 26 apresentava uma argola no cabo. Por carência de suprimentos, o revólver foi utilizado amplamente como uma arma auxiliar e continuou em serviço até o fim da Segunda Guerra Mundial.

O Type 26 era um grande revólver baseado em um Smith & Wesson. Era uma arma de ação dupla com uma pesada puxada de gatilho que deixava-a com uma baixa razão de fogo. No século XX, a rapidez na indústria japonesa resultou em armas de baixa qualidade onde o tambor não alinhava direito com o cano tornando-a uma arma perigosa. Cerca de 59.200 foram produzidas.

Especificações do Type 26

Calibre: 9mm
Peso: 927 gramas (descarregada)
Comprimento: 230mm
Comprimento do cano: 120mm
Alimentação: tambor de seis cartuchos

Metralhadoras

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Metralhadoras Browning M1919

O Modelo Browning 1919 se diferenciava do Modelo 1917 por ter um cano resfriado por ar e não por água. Esse modelo resfriado a ar foi desenvolvido com a idéia inicial de equipá-los em tanques. Com o fim da Primeira Guerra Mundial os tanques, e por consequencia as metralhadoras, tiveram suas encomendas canceladas. A Browning acabou aparecendo em novas versões: Browning M1919A1, Browning M19192, utilizada pela cavalaria americana e Browning M1919A3. Esses modelos nunca foram muito produzidos até o M1919A4 entrar em serviço. Em 1945, cerca de 438.971 haviam sido produzidos.

O M1919A4 foi produzido para ser utilizado com a infantaria e foi no combate que essa metralhadora provou ser de primeira classe sendo capaz de distribuir quantia enorme de fogo contra o inimigo e aguentar o mal tratamento e dureza encontrado na frente de batalha. O M1919A5, foi outro modelo produzido para uso em tanques de guerra. Havia também um modelo utilizado para a força aérea M2, que podia ser instalado e utilizado como arma fixa ou flexível em uma aeronave. A marinha também tinha sua versão baseada no M1919A4 que se chamava AN-M2.

Entre todos esses modelos houve diversas mudanças mas o projeto básico do M1919 se manteve o mesmo. A alimentação da arma era feita através de uma fita de munição e a arma era normalmente montada sobre um tripé. Diversos dispositivos de montagem permitiam que a arma fosse equipada em jeeps, caminhões, tanques e também equipada para uso antiaéreo. 

Em 1943 foi introduzido o M1919A6 que deveria ser uma metralhadora leve para aumentar o poder de fogo dos batalhões. O resultado foi uma pesada metralhadora leve que ao menos podia ser construída rapidamente nas linhas de produção existentes. Era uma metralhadora melhor do que o BAR e cerca de 43.479 foram produzidos. Todos os Browning M1919 utilizavam o mesmo sistema de operação a gás.


Especificações da Browning M1919A4

Calibre: 7,62mm
Comprimento: 1041mm
Comprimento do cano: 610mm
Peso: 14,06kg
Velocidade inicial do projétil: 854m/s
Razão de fogo: cíclica: 400-500rpm
Alimentação: fita com 250 munções

Especificações da Browning M1919A6

Calibre: 7,62
Comprimento: 1346mm
Comprimento do cano: 610mm
Peso: 14,74kg
Velocidade inicial do projétil: 854m/s
Razão de fogo: cíclica: 400-500rpm
Alimentação: fita com 250 munições

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Browning Automatic Rifle


O Browning Automatic Rifle, ou BAR como é conhecido, é uma arma que não se encaixa  precisamente em nenhuma categoria. O BAR pode ser empregado como uma metralhadora leve ou um rifle de assalto pesado, mas na prática ele era utilizado como uma metralhadora leve.

Projetada por John M. Browning, seus primeiros protótipos ficaram prontos em 1917 e logo após os primeiros testes o rifle foi adotado pelo Exército Americano e empregado na França, em 1918. Na época, poucos foram empregados e esses foram utilizados como rifles pesados. Os primeiros modelos, BAR M1918, não possuíam bipés, que só foram introduzidos em 1937 com o BAR M1918A1. Foram o M1918A1 e o M1918A2 que se tornaram os principais modelos de operação do Exército Americano.

O M1918 teve um importante papel na Segunda Guerra já que foi importado aos milhares para o Reino Unido em 1940, onde foi utilizado com a British Home Guard. Os outros modelos foram produzidos aos milhares e uma vez em serviço, o BAR tornou-se uma arma que os soldados podiam confiar mesmo que fosse alimentada por um pente com apenas 20 cartuchos, que era pouco para qualquer operação de infantaria. Após 1945 o Bar foi utilizado na Guerra da Coréia até ser finalmente substituído em 1957.

O BAR foi também produzido pela Fabrique Nationale em Liège, na Bélgica. Os rifles lá produzidos tinham diversos calibres e abasteceram os exérxitos da Bélgica, Suécia, Honduras, alguns países da América do Sul, outros foram parar no Exército Chinês e a Polônia, que tinha sua própria linha produção do BAR onde ele era fabricado com o calibre 7,92mm.



Especificações do BAR M1918A2

Calibre: 7,62mm
Comprimento: 1214mm 
Comprimento do cano: 610mm
Peso: 8,8kg
Velocidade Inicial do projétil: 808m/s
Razão de fogo: cíclico: 500-600tpm (razão rápida) ou 300-450tpm (razão lenta)
Alimentação: um pente de 20 cartuchos

terça-feira, 13 de julho de 2010

Metralhadora Hotchkiss M1922


A metralhadora Hotchkiss M1922 era produzida pela empresa francesa Hotchkiss et Cie. Essa metralhadora foi utilizada pela Tchecoslováquia, França, Grécia, República da China, Espanha e Reino Unido. Sua razão de fogo podia ser ajustada e era projetada para utilizar diversas medidas de calibres.


Especificações da Hotchkiss M1922

Comprimento: 1216mm
Comprimento do cano: 600mm
Ação: operada a gás
Razão de fogo: 450 tiros por minuto
Alimentação: pente de 20 cartuchos ou fita 15, 24 ou 30 cartuchos
Peso: 8,4kg (9,6kg na versão alimentada por fita)
Calibres: 8x50R Lebel, .303 British, 7x57 Mauser e 7.92x57

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Metralhadora Degtyaryov


A Ruchnoy Pulemyot Degtyaryov Pekhotny ou DP era uma metralhadora leve de fácil fabricação (as primeiras não tinham mais que 80 peças) e podia ser produzida até por trabalhadores amadores. Era uma metralhadora muito resistente a sujeira. Em seus testes ela era enterrada na lama e na areia e mesmo assim ela era capaz de continuar funcionando. A desvantagem da DP era seu bipé que não era forte e quebrava facilmente. Outro problema era recarregar a arma, o que levava muito tempo. Por outro lado, a baixa razão de fogo da DP reduzia o risco do superaquecimento do cano da arma.


Apelidada de "Record Player", a DP tinha fama de ser uma efetiva arma leve de suporte. A DP foi substituída na década de 50 pela RDP e na década de 60 ela ja havia perdido todo seu espaço na União Soviética para a PK.

Na Guerra de Inverno e na Guerra da Continuação ele foi capturada e utilizada pelos finlandeses que a apelidaram de Emma. No verão de 1944 o Exército Finlandês tinha cerca de 9.000 DP capturadas em uso nas suas linhas de frente. Cerca de 795.000 DP foram produzidas.


Especificações da DP

Calibre: 7,62x54mm
Peso
: 9,12kg

Comprimento
: 1.270mm

Comprimento do cano: 604mm
Razão de fogo
: entre 500 e 600 tiros por minuto

Velocidade inicial do projétil: 840m/s
Alcance efetivo: 800m
Ação: operada a gás
Alimentação: tambor de 47 cartuchos

domingo, 25 de abril de 2010

Breda 30


O Fucile Mitragliatore Breda 30 foi a metralhadora padrão do Exército Italiano durante a Segunda Guerra. A Breda 30 é lembrada como uma arma ruim pois tinha uma baixa razão de fogo e usava o fraco cartucho 6,5x52mm. A arma era alimentada por um pente que se encaixava ao lado dela.

A arma tinha um mecanismo de lubrificação que molhava em óleo cada cartucho que entrava na câmara e isso causava o aquecimento do cano rapidamente, fazendo com que a munição disparasse antes de estar totalmente na câmara.

Algumas Bredas foram convertidas em M37, que utilizava o cartucho de 7-35mm, mas as conversões nunca chegaram a um grande número devido a problemas industriais. A Breda 30 ficou em serviço entre 1930 e 1945.


Especificações da Breda 30

Tipo: metralhadora leve
Comprimento: 1.230mm
Comprimento do cano: 450mm
Peso: 10,6kg
Cartucho: 6,5x52mm Mannlicher-Carcano
Razão de fogo: 500 tiros por minuto
Velocidade inicial do projétil: 630m/s
Alcance efetivo: 800m
Alcance máximo: 3.000m
Alimentação: Pente de 20 cartuchos

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Lahti-Saloranta M/26


A metralhadora leve projetada por Aimo Lahti e Arvo Saloranta em 1926 serviu com o Exército Finlandês após ter sido vencedora em uma competição em 1925. Tinha seleção de fogo entre automático e semi-automático. Pentes de 20 cartuchos e tambores de 70 cartuchos foram produzidos para a arma mas a Finlândia preferiu sempre o pente de 20 cartuchos.

Lahti-Saloranta M/26 sendo utilizada por um soldado finlandês e uma Suomi KP/-31.

A produção da Salorante M/26 começou em 1925 e durou até 1942. Durante esse tempo cerca de 5.000 foram produzidas. A China fez um pedido de 30.000 M/26 em 1937 mas apenas 1.200 dessas armas foram entregues devido a pressão diplomática japonesa.

Durante a Guerra de Inverno existia dois esqudrões em cada batalhão que forneciam cobertura para dois esquadrões de dez homens cada e armados com rifles. Em cada esquadrão havia um metralhador com a M/26, um assistente e o resto armado com rifles.


No campo de batalha a Salorante era uma arma de difícil limpeza devido ás suas 188 peças e ruim por ter poucos cartuchos no pente. Os finlandeses normalmente preferiam as metralhadoras soviéticas Degtyarev, que eram capturadas aos montes. Outros finlandeses preferiam utilizar da precisão da M/26 e adptada ao inverno ela tornava-se melhor que a Degtyarev. Cerca de 9.000 Degtyarev foram capturadas e utilizadas pela Finlândia e o total de M/26 produzidas chegou a 6.200.

Especificações da Lahti-Saloranta M/26

Peso: 9,3kg
Comprimento: 1.109mm
Comprimento do cano: 500mm
Cartucho: 7,62x53mmR
Razão de fogo: 450-550 tiros por minuto
Velocidade inicial do projétil: 800m/s
Alcance efetivo: 400 metros
Alimentação: pente de 20 cartuchos ou tambor de 75 cartuchos

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Metralhadora EPK (Pyrkal)


A metralhadora Pyrkal foi desenvolvida pela EPK, uma companhia de defesa grega. Essa metralhadora é uma resposta as ambições da empresa em se tornar a principal fabricante de armas para infantaria e a uma relevante proposta do governo grego. A proposta foi seguida pelo desenvolvimento de uma moderna metralhadora de um projeto própria da EPK. Todo o projeto, incluindo a construção de infraestrutura para a produção em massa, estava em andamento quando a guerra com a Itália começou em 1940 e os eventos seguintes acabaram com sua produção. Entre 10 e 15 foram produzidas. O que aconteceu com as armas continua um mistério, com exceção de uma que foi dada como presente a um membro da Família Real Grega. Mais tarde foi dito que ela apresentava características de uma submetralhadora. A Pyrkal afirmou que ela tinha um projeto bastante avançado para o seu tempo, apresentando características pioneiras de rifles de assalto que apareceram depois.

Especificações da EPK (Pyrkal)

Tipo: metralhadora leve
Peso: 4,15kg (descarregada)
Comprimento: 900mm
Calibre: 7,92mm
Cartucho: 7,92mmx36mm EPK
Ação: operada a gás
Razão de fogo: 720 tiros por minuto
Velocidade inicial do projétil: 821,3m/s
Alcance efetivo: 750m
Alimentação: pente

domingo, 17 de janeiro de 2010

MG 81

MG 81 Z.

Desenvolvida entre 1938 e 1939, a MG 81 era uma metralhadora fixa ou flexível instalada em aviões da Luftwaffe. Substituindo a MG 15, a MG 81 foi desenvolvida pela Mauser como uma derivação da metralhadora de infantaria MG 34. Seu desenvolvimento focava-se na redução de tempo e custo de sua produção e foi fabricada de 1940 até 1945.

MG 81 em um Junkers Ju 88.

Uma versão especial de dois canos, MG 81 Z, foi introduzida em 1942 para prover maior poder de fogo sem requerer mais espaço do que uma metralhadora padrão. A utilização mais comum da MG 81 Z foi na cauda do Dornier Do 217 que permitia ao piloto disparar contra aeronaves que o perseguiam. Outra aplicação foi no Junkers Ju 88 onde três pares delas eram montadas externamente para atacar alvos no solo.

MG 81 na cauda de um Heinkel He 111.

Especificações da MG 81

Calibre: 7,92mm
Peso: 6,5kg
Comprimento: 890mm
Velocidade inicial do projétil: 790m/s
Alimentação: fita
Razão de fogo: 1400-1600 tiros por minuto

Especificações da MG 81 Z

Calibre: 7,92mm
Peso: 12,9kg
Comprimento: 915mm
Velocidade inicial do projétil: entre 760m/s e 790m/s
Razão de fogo: 2800-3200 tiros por minuto

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

MG 17


Produzida pela Rheinmetall-Borsig, a MG 17 foi utilizada como uma metralhadora fixa, instalada em muitos aviões da Luftwaffe e antes da Segunda Guerra muitas foram comercializadas com outros países. Por volta de 1940 elas já começavam a ser substituídas por canhões e metralhadoras de maiores calibres. Ao fim de 1945 quase ou nenhuma aeronava tinha a MG 17 equipada.

A MG 17 foi utilizada no Messerschmitt Bf 109, Messerschmitt Bf 110, Focke-Wulf Fw 190, Junker Ju 87, Junkers Ju 88C, Heinkel He 111, Dornier Do 17/215, Focke-Wulf Fw 189, etc. Mais tarde muitas MG 17 foram modificadas para serem utilizadas pela infantaria. Cerca de 24. 271 foram modificadas para este propósito até Janeiro de 1944.

Especificações da MG 17

Calibre: 7,92mm
Cartucho: 7,92x57 Mauser; peso do cartucho: 35,5 gramas
Velocidade inicial do projétil: 855m/s com o cartucho Phosphor B e 905m/s com o cartucho SmK L'spur
Comprimento: 1.175mm
Peso: 10,2kg
Alimentação: fita

sábado, 17 de outubro de 2009

Maschinengewehr 34


Os termos do Tradado de Versalhes proibiam o desenvolvimento de metralhadoras na Alemanha mas com a Rheinmetall-Borsig operando escondida na fronteira com a Suiça na década de 20, este termo foi passado para trás. Projetos seguintes resultaram em uma metralhadora refrigerada por ar que virou a Solothurn Modell 1930, uma metralhadora de projeto avançado que teve muitas de suas características implantadas nas armas seguintes. Poucas foram produzidas e os Alemães necessitavam de uma arma melhor, o que resultou na MG 15 que foi produzida para a Luftwaffe.

Dos projetos da Rheinmetall veio o que é considerada uma das melhores metralhadoras já produzidas, a Maschinengewehr 34 ou MG 34. Projetistas da Mauser utilizaram a Modell 29 e a MG 15 como pontos de início para toda uma nova série de metralhadoras. Este novo tipo de metralhadora podia ser carregada pela infantaria e montada sobre um bipé ou um tripé. O cano da arma era facilmente resfriado e sua alimentação era de dois tipos: por tambor, ou por fita. Além de uma ótima razão de fogo a MG 34 podia ser utilizada contra aviões em voo baixo.

Afrika Korps e a MG 34.

A MG 34 foi um sucesso imediato e foi direto as linhas de produção e para todas as organizações armadas da Alemanha, inclusive para a polícia. A demanda pela MG 34 continuou alta até 1945. Havia diversos dispositivos para a arma, desde um bipé até complexas instalações em tanques. Havia até um periscópio que permitia ao operador dispará-la de trincheiras sem expor-se. A produção desta arma não era ajudada pelo fato de que ela era muito boa para uso militar. Eram utilizados complexos métodos e complexas máquinas na produção da MG 34 que além de caros eram demorados.

Especificações da MG 34

Calibre: 7,92mm
Comprimento: 1.219mm
Comprimento do cano: 627mm
Peso: 11,5kg
Velocidade inicial do projétil: 755m/s
Razão de fogo: entre 800tpm e 900tpm
Alimentação: 50 cartuchos por fita ou 75 cartuchos por tambor

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Maschinengewehr 42


Apesar da excelência da MG 34 os projetistas da Mauser estavam procurando algo mais simples. Com o exemplo da MP 40 que era de fácil produção e de baixo custo eles decidiram adotar novos métodos de produção utilizando o menor número possível de máquinas de alto custo aliado com novos mecanismos de operação. Os novos mecânismos vieram de diversas fontes. A experiência com a MG 34 mostrou como a alimentação podia ser refeita e projetos conquistados na Polônia mostraram novos sistemas de travas. Outras idéias vieram da Tchecoslováquia e da própria Mauser. Destas inovações vieram o MG 39/41 e após inúmeras séries de testes veio a Maschinengewehr 42 ou MG 42.


A MG 42 apresentava técnicas de produção em massa. Projetos anteriores utilizavam folhas de metais simples mas não com eficácia, pois os duros ambientes onde uma metralhadora deve operar significavam que poucas tiveram sucesso. Com a MG 42 o sucesso foi imediato. Utilizada como uma metralhadora de emprego múltiplo ela apareceu pela primeira vez em 1942 na União Soviética e no norte da África e assim em adiante sendo utilizada em todos os fronts. Era fornecida somente para as tropas de linha de frente. Não contente com a MG 42, uma das melhores metralhadoras ja produzidas, a Mauser veio com a MG 45 que tinha uma razão de fogo maior ainda. A MG 42 ainda vive em muitos exércitos.

Soldados da Waffen SS utilizando uma MG 42.

Especificações da MG 42

Calibre: 7,92mm
Comprimento
: 1.220mm

Comprimento do cano
: 533mm

Peso
: 11,5kg (com bipé)

Velocidade inicial do projétil
: 755m/s

Razão de fogo
: até 1.550 tpm

Alimentação
: 50 cartuchos por fita